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01/11/10

E hoje,


não é que começo em contagem decrescente?!

Para quê?

Para fazer algo que nunca fiz e que se quer repetido.

E mais não digo. Sendo que logo, logo mato-vos a curiosidade.


*E quando digo "logo" já sabem que, vindo de mim, pode sempre demorar um dia ou dois.

01/09/10

Pronto. Entornaram-se as papas!

Modus Operandi de hoje: Cérebro feito em papas


Imaginem aqueles livros cheios de linguagem técnica, de palavras finórias, de letras minúsculas e de parágrafos com 500 frases... No topo de tudo isso ainda tem uma bibliografia maior que a minha lista de prendas de Natal e aniversário juntas, para aí umas 1000 notas de final de página e mais uns quantos post-its (da minha autoria) em cada página!

É o que dá armar-se em auto-didacta. Na mala substituímos a maquilhagem por um dicionário, susbstituímos a revista pelo livro "técnico" e em vez de trazermos o telemóvel levamos o estojo com as canetas e afins! Contudo, e esta é a moral a reter, "quem corre por gosto não cansa". Ou melhor cansa-se um nadica de nada e pelo meio quase que perde o gosto pelo que faz/ luta mas a consciência, que se mostra muita das vezes mais pesada que leve, não nos deixa parar e empurra-nos para a luta mesmo sem um pingo de vontade.

No final o que conta é que ficamos mesmo mais leves com o sentido de dever cumprido. A cabeça é que fica mais pesada com informações que mais depressa são esquecidas do que se me perguntarem o que é que comi ontem. E aquela massa esponjosa, rugosa e de aspecto, um tanto ou quanto, asqueroso a que chamam miolos- ou cérebro- fica transformado em papas cerelac e algures entre este processo ainda retem uma coisita ou outra o que já de si é maravilhoso!

Maravilhoso, maravilhoso vai ser quando terminar o livro e não se admirem se eu andar por aqui a lançar fogo de artifício e a fazer uma festa... É que vai ser motivo para isso, lá isso vai.


20/08/10

Até as pedras da calçada choram (agora imaginem eu!)

Modus Operandi desde as 19h e qualquer coisa de hoje: Pinga Amor.

É o que dá ver um fantasma. Daqueles fofinhos. Ghost.


Porquê? Porquê que estas histórias de amor são sempre tão trágicas? Porquê que têm que ter sempre estas músicas que nos fazem chorar baba e ranho?!
Epá vou ali enfiar a cabeça na fronha e ser assim lamechas para longe daqui!