17/09/10

Blogue quente!


Quem é que ofereceu o selo? Foi (a muito perspicaz, sempre atenta e atenciosa) menina do http://roupapratica.blogspot.com/.

Qual o meu chá favorito? Essa é fácil... É o chá verde.

Quantas colheres de açúcar costumas deitar? Nenhuma. Zero. Nicles. Em chá e em café nunca deito açúcar, gosto deles mais ao "natural".

Passar o selo para 6 blogues: Nesta vou fazer batota. Leve quem quiser porque todos vocês, à vossa maneira, aquecem-me o coração.

Comentar o blog da criadora do selo. Ups... Não conheço.

14/09/10

Desatino:


Não usar estes meus lindos sapatos mais vezes. Já os tenho há mais de um ano e ainda só os usei uma vez!
















Mesmo que eu queira usá-los mais vezes não posso. A culpa é da maldita calçada portuguesa que me persegue por todas as ruas em que passo!

É crime tê-los e não andar por aí a fazer uso deles, eu sei, mas não me apetece nada lançar os meus sapatos aos tubarões! Principalmente estes que me são tão queridos...

Ah mas um dia destes surgirá a oportunidade perfeita para usá-los e aí vou dar aos meus pés a oportunidade de viajarem em "primeira classe" outra vez! É que já chateia ver os saltos altos ali tão tristes dentro da caixa... E a dona tão ansiosa por (re) estreá-los...


13/09/10

Os doces são os maiores inimigos de um rabo e vestido (quase) perfeitos!


É só para informar que não comi bolo. DEVOREI bolo (incluíndo tudo o que era doce e afins)!

E sim, a balança já me diz que nos próximos tempos não posso engolir nem mais uma migalha que seja de coisas doces, cheias de açucar e de creme (sendo que o chocolate não conta).

Até porque se eu algum dia quiser entrar num vestido como o que está no vídeo tenho que começar a fazer dieta e é já!



E não. Não está nos meus planos casar-me para breve mas digam lá se um vestido e lugar daqueles não vos dá vontade de casar agorinha mesmo?!

11/09/10

Quando a barriga não tem juízo.


Eu que amanhã vou a uma festa de aniversário espero comer bolo. Muito bolo.
É o que dá jantar uma salada, chegar à meia-noite ainda acordada e com a barriga a dar horas. Começo a ficar com desejos e toda a minha concentração já foi para o bolo de amanhã. Lá se foi o sono e em vez de contar carneirinhos, imagino que em vez de carneiros tenho fatias de bolo a saltitar para dentro da minha boca!

Chega! Já estou a delirar. Ai, ai o poder de um bolo na mente de uma mulher esfomeada ( a culpa foi da salada) que sabe que os exageros alimentares não são para serem cometidos todos os dias mas que aos fins-de-semana podemos fechar os olhos e abrir a boca.

Dito desta maneira até parece que até conto calorias e assim... Só não vou agora mesmo assaltar o frigorífico e comer tudo (ou quase tudo) o que lá está porque sou demasiado preguiçosa para levantar o rabo da cama. O meu apetite pode esperar por amanhã. Só espero que o bolo seja tão apetitoso quanto o imagino agora, senão... olha como na mesma!

10/09/10

Hoje tenho uma confissão a fazer:

Eu e os hospitais não nos damos bem.

Pintura de Frida Khalo

Não sei se é dos corredores mal-iluminados, não sei se é da imensidão de paredes brancas, não sei se é do cheiro a... bem, cheiro a hospital, não sei se é das maquinetas dos quartos ou dos quartos "superpovoados" com o vizinho do lado a perguntar de cinco em cinco minutos o porquê de estar ali ou se a visita que recebemos foi o tio ou a avó...

Tudo isso aliado ao facto de ir visitar pessoas a quem só queremos o melhor e que sabemos estarem a sofrer é também muito perturbador. O hospital é o melhor lugar para ficar quando estamos (gravemente) doentes mas não é o lugar mais confortável do mundo, para além de que estamos longe da nossa família a maior parte do tempo e sujeitos à sua disponibilidade de nos irem visitar ou não...

Resumindo: é por estas e por outras razões que quando lá entro perco o pio. Literalmente. Não consigo falar. É como se entrasse noutra dimensão. No máximo abano a cabeça que sim ou que não e, com muita sorte, consigo libertar um ou dois sorrisos.

O facto de ver aquela pessoa frágil, diferente daquilo a que me habituei a ver deixa-me, também a mim, frágil. E triste. Lembro-me da efemeridade da vida e aqueles ecos que se ouvem nos corredores podem ser o último suspiro de alguém ou a segunda oportunidade de outro.

Quando entro num hospital é como se todas as limitações e as dádivas da vida me inundassem o pensamento e, por longos momentos, fecho-me. Isso irrita-me porque em vez de dar carinho e amor , passo uma imagem fria e distante. Contudo, no fundo, não é isso que quero transparecer. Fico sem pio porque fico nervosa, ansiosa e por mais que tente não consigo fazer muito mais do breves sorrisos. É tão mais forte do que eu.


E vocÊs também perdem o pio uma vez dentro de um hospital para ir visitar alguém que está menos bem?

05/09/10

A isto é que se chama poupar trabalho:



Fonte: Algures na internet.


E vocÊs quantas cadeiras conseguem empurrar de uma só vez?


Eu, que viro só com uma rajada de vento, bem que podia tentar imitar o senhor da imagem mas era esmagada de certeza. Ou então nem saía do lugar inicial, nem um passo a mais ou a menos. Ia ser uma coisa bonita de se ver.

01/09/10

Pronto. Entornaram-se as papas!

Modus Operandi de hoje: Cérebro feito em papas


Imaginem aqueles livros cheios de linguagem técnica, de palavras finórias, de letras minúsculas e de parágrafos com 500 frases... No topo de tudo isso ainda tem uma bibliografia maior que a minha lista de prendas de Natal e aniversário juntas, para aí umas 1000 notas de final de página e mais uns quantos post-its (da minha autoria) em cada página!

É o que dá armar-se em auto-didacta. Na mala substituímos a maquilhagem por um dicionário, susbstituímos a revista pelo livro "técnico" e em vez de trazermos o telemóvel levamos o estojo com as canetas e afins! Contudo, e esta é a moral a reter, "quem corre por gosto não cansa". Ou melhor cansa-se um nadica de nada e pelo meio quase que perde o gosto pelo que faz/ luta mas a consciência, que se mostra muita das vezes mais pesada que leve, não nos deixa parar e empurra-nos para a luta mesmo sem um pingo de vontade.

No final o que conta é que ficamos mesmo mais leves com o sentido de dever cumprido. A cabeça é que fica mais pesada com informações que mais depressa são esquecidas do que se me perguntarem o que é que comi ontem. E aquela massa esponjosa, rugosa e de aspecto, um tanto ou quanto, asqueroso a que chamam miolos- ou cérebro- fica transformado em papas cerelac e algures entre este processo ainda retem uma coisita ou outra o que já de si é maravilhoso!

Maravilhoso, maravilhoso vai ser quando terminar o livro e não se admirem se eu andar por aqui a lançar fogo de artifício e a fazer uma festa... É que vai ser motivo para isso, lá isso vai.