
Não suporto jogar e/ou ver jogar xadrez. Porquê? É simples. Dá-me sono. Aborrece-me a (quase) inexistência de acção visível.
Queimar os neurónios só para pôr uns cavalinhos e umas torres, uns pretos e outros brancos, a dar pulinhos num tabuleiro e, ainda por cima, ver duas pessoas a transpirarem como se viessem de uma maratona por causa de um jogo de xadrez... é de uma sonolência incrível.
Há quem jogue por puro lazer e depois há os que o fazem como uma profissão, com direito a campeonatos e tudo! Os da segunda categoria afligem-me. Parecem todos ter uma vida muito pouco agitada. Aquele ar paradinho, sossegado, calmo e muito, muito (reforço muito)concentrado aflige-me, pronto! Não há nada a fazer.
Mas como tudo na vida há que concordar que nem todos são iguais. Algures entre os que se enquadram no segundo grupo haverá alguém que fuja ao meu preconceito inicial. E enquanto essa pessoa não surgir para me provar do contrário continuarei a bocejar sempre que o xadrez se atravessar na minha vida.
Sou avessa ao xadrez. Pronto. Tenho dito. Olhem que podia ser bem pior... podia ser avessa aos jogos de cartas e aí sim, era aniquilada. Os meus amigos faziam-me a folha (o que eles não sabem é que eu quase que odeio jogos de cartas, quase... pois é, eu até que disfarço bem!).
O Xadrez ntambém me dá muito sono... Mas tenho pena de nao saber jogar. :p
ResponderEliminarRisos... tem piada que também não posso com o raio do jogo! Aliás, jogo quase nenhum... naaaa, irrita-me, o mau perder das pessoas. Como tal, prefiro ficar na retranca!
ResponderEliminarBeijinhos :D
O xadrez também não me diz nada agora umas cartitas até tem piada hehehe :) ;)
ResponderEliminarOpá! Xadrez é tão giro!
ResponderEliminarEm míuda fazia serões com o meu tio, avõ e pai a jogar isso. adorava :D
VOLTEI *
Aprendi a jogar xadrez na escola básica, mas aquilo é muitíssimo calmo... Agora move um peão e o outro para contra-atacar demora uma eternidade até se decidir pela melhor estratégia.
ResponderEliminarMas tenho de confessar que demorei a perceber um pouquito aquela história do xeque-mate!
Mil pétalas...